Gustavo Ricardo Colloca – Anderson Silva deve deixar seu cinturão vago para fazer superluta contra GSP nos meio-médios

Gustavo Ricardo Colloca - Anderson Silva deve deixar seu cinturão vago para fazer superluta contra GSP nos meio-médios

Gustavo Ricardo Colloca – Uma enorme reviravolta pode tomar conta do UFC nos próximos meses e terá como protagonista Anderson Silva. De acordo com o experiente repórter norte-americano Dave Meltzer, o campeão dos médios do UFC pretende deixar vago seu cinturão para finalmente fazer a superluta contra o campeão dos meio-médios Georges St-Pierre.

Gustavo Ricardo Colloca - Anderson Silva deve deixar seu cinturão vago para fazer superluta contra GSP nos meio-médiosEle reportou que em conversas com o altíssimo escalão do UFC foi revelado que essa ideia já está avançada para o brasileiro e que deve acontecer em 2013, podendo ele fazer ou não mais uma defesa de cinturão dos médios. Com isso, ele resolveria o “problema” que o evento tem, com a categoria estagnada com a falta de desafiantes para o Spider.

Para que isso aconteça, no entanto, é necessário que o canadense GSP vença o campeão interino dos meio-médios Carlos Condit, no UFC 154, em novembro, mantendo seu cinturão.

Essa enorme mudança também pode afetar outro brasileiro que tem a mesma equipe de empresário de Anderson Silva, Lyoto Machida, o que também deve ter entrado nessa negociação.

Gustavo Ricardo Colloca – Machida será o próximo desafiante pelo cinturão dos meio-pesados, em sua terceira chance de ficar com o título. Em caso de derrota – para Jon Jones ou Dan Henderson – ficaria politicamente impossível ele ter uma nova oportunidade de ser campeão da categoria. Sem Anderson nos médios, Lyoto estaria livre para descer de peso e recomeçar seu caminho por um título.

Vale a pena ressaltar que tanto Lyoto Machida quanto Anderson Silva não teriam maiores problemas para descer de categoria, já que pouco sofrem para bater seus atuais pesos.

A conferir se essa revolução toda realmente vai se concretizar. No papel, pelo menos, poderia ser muito interessante para o evento e para os fãs de MMA, que poderiam ver novos grandes combates, novos campeões e a superluta que todos querem ver.

Fonte: UOL Esporte

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Gustavo Colloca – Vôlei feminino do Brasil repete roteiro de Pequim

Gustavo Colloca - Vôlei feminino do Brasil repete roteiro de Pequim

Gustavo Ricardo Colloca – Depois de uma grande crise, a seleção feminina de vôlei reagiu, está no caminho das medalhas e vocifera contra os críticos. O roteiro que parece o do ouro de Pequim, há quatro anos, está acontecendo de novo nas Olimpíadas de  Londres 2012, já que depois da vitória suada contra a Rússia nas quartas elas estão a uma vitória de garantir mais uma medalha em seus currículos, apesar dos prognósticos negativos.

Gustavo Colloca - Vôlei feminino do Brasil repete roteiro de Pequim

Em 2008, as meninas vinham de uma série dura de resultados negativos. Quatro anos antes, em Atenas, perderam a semifinal contra a Rússia com direito a cinco match points desperdiçados. Em 2006 e 2007, a perda do Mundial para a mesma Rússia e do Pan do Rio de Janeiro para Cuba, respectivamente, contribuíram para uma fama de “amarelonas”.

Gustavo Colloca – Quando a equipe surpreendeu e atropelou as rivais em Pequim, não deixou passar a chance de rebater os críticos. “São quatro anos que estamos tentando responder algo que não tem resposta. As pessoas podiam saber massacrar menos. É uma geração vencedora e podia ser mais respeitada”, disse a líbero Fabi, à época.

Em Londres, a crise aconteceu mais tarde, mas o cenário foi parecido. O Brasil não vem bem desde o ano passado, não convenceu no Grand Prix e começou muito mal os Jogos Olímpicos, com derrotas para Estados Unidos e Coreia do Sul e a quase eliminação na primeira fase. Com a vitória inesperada contra a Rússia, nas quartas, elas voltaram a reclamar de quem não acredita no bi olímpico.

Fonte: UOL

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Gustavo Ricardo Colloca – Record e Globo já armam disputa pela exclusividade da Olimpíada de 2020

Gustavo Ricardo colloca - Olimpiadas 2020

A corrida por direitos de imagens da Olimpiadas 2020 já começou. A Olimpíada 2012 de Londres ainda está no ar, mas os bastidores das negociações das próximas edições da competição já agitam os dirigentes dos canais brasileiros, e seus bolsos também.

Gustavo Ricardo colloca - Olimpiadas 2020

Enquanto se preparam para dividir a transmissão da Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro, Globo e Record já se armam para tentar comprar com exclusividade os Jogos Olímpicos de 2020, ainda sem país sede. Uma luta que, segundo diretores das emissoras, pode custar muito caro.

Difícil imaginar um evento esportivo que tenha os direitos de transmissão tão valorizados em tão pouco tempo na TV brasileira.

Gustavo Ricardo Colloca – Pelos direitos da Olimpíada de Atenas, em 2004, a Globo desembolsou cerca de US$ 5 milhões. Os jogos de Pequim (2008) custaram em torno de US$ 15 milhões. A transmissão de Londres levou da Record, que ficou com a exclusividade do evento na TV aberta, US$ 60 milhões só pelos direitos de exibição.

O salto veio na competição de 2016, no Rio, que custou US$ 200 milhões às brasileiras Globo, Record e Band.

Como a Record comprou Londres seis anos antes da competição acontecer, a disputa por 2020 já começou. O lance inicial pelo evento nas rodas do Comitê Olímpico Internacional (COI) gira em torno de US$ 250 milhões.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta quarta-feira (8).

Fonte: UOL

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